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NOTA  DE  ESCLARECIMENTO

Em 10/07/2017.

Cumprindo a determinação da última Assembleia Geral do Plano de Saúde – APUB SAÚDE, a Assessoria Jurídica do plano deu entrada na Justiça Federal solicitação pedindo a suspensão dos efeitos da Resolução emitida pele Agencia Nacional de Saúde - ANS que indicava a Portabilidade de Carência Compulsória, dos associados do APUB SAÚDE para outros planos de saúde, ao tempo que solicitou efeito liminar.

A orientação da Justiça Federal da Bahia foi de que o foro adequado para o julgamento dessa ação seria no Rio de Janeiro sede da ANS.Concomitantemente a essas providencia a assessoria jurídica com base na Resolução Normativa da ANS que desvincula a situação financeira dos planos de saúde complementar, quando da sua solicitação de registro definitivo junto a ANS, em razão disso foi elaborado um Recurso Administrativo reiterando a solicitação de registro definitivo ao órgão regulador.

Em função desses acontecimentos o Conselho Deliberativo do Plano de Saúde - APUB SAÚDE decidiu por aguardar a manifestação da ANS sobre o Recurso Administrativo, para dar prosseguimento a Ação no Ministério Público do Rio de Janeiro. Ressaltamos que o Apub Saúde, continua atendendo as demandas da rede e dos seus associados aguardando o atendimento das nossas reivindicações por parte da ANS.

Por fim, o Conselho Deliberativo consultado por alguns associados do APUB SAÚDE sobre a possibilidade de parcelamento da Taxa de Recomposição Patrimonial, aprovada na ultima assembleia, deliberou que até a definição da Agencia Nacional de Saúde – ANS anunciando um posicionamento sobre as demandas do Plano, essa solicitação não poderá ser analisada sob pena de comprometer a Recomposição Patrimonial, o que causaria um novo desequilíbrio financeiro do Plano.

 
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Entrevista SBMF

Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família diz que problema diminui quando um médico generalista é a primeira opção em atendimento


Gustavo Gusso é médico de família e comunidade e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC). Graduado em medicina pela Universidade de São Paulo, com Residência em Medicina de Família e Comunidade pelo grupo Hospitalar Conceição. Mestre em Medicina de Família pela Universidade de Western Ontário e doutor em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo. Membro da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido e professor de Medicina de Família da Universidade de São Paulo (USP). Crítico do que chama “medicina comercial”, o médico Gustavo Gusso alerta que o costume brasileiro de fazer autodiagnóstico e, a partir dele, procurar diretamente um especialista pode ser prejudicial à saúde. Gusso é presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), professor de Medicina de Família e Comunidade da Universidade de São Paulo (USP) e membro da Faculdade de Saúde Pública do Reino Unido. Ele defende que a especialização em medicina de família se torne obrigatória para os profissionais atuarem em postos de saúde, emergências e UTI no Brasil. Segundo ele, países desenvolvidos como Inglaterra e Canadá adotam esse modelo e têm resultados melhores em saúde. Na entrevista ao Jornal da CASSI, ele avalia que a Caixa de Assistência está correta ao oferecer profissionais generalistas como porta de entrada aos pacientes, como ocorre nas CliniCASSI. Leia mais